Com que idade meu filho pode começar a terapia?
Não existe idade mínima rígida. Crianças pequenas são atendidas por meio do brincar, que é a linguagem natural delas nessa fase. O que define o início não é a idade, e sim o quanto aquele sofrimento está atrapalhando a vida da criança e da família.
Eu preciso participar das sessões?
Os pais fazem parte do processo, sim. No caso das crianças, a participação da família costuma ser frequente, com encontros de orientação e devolutivas. Com adolescentes, o espaço é mais reservado, mas o contato com os pais continua acontecendo em momentos combinados.
O que meu filho fala fica em sigilo?
Sim. O sigilo é um princípio ético da profissão e é o que sustenta a confiança, principalmente na adolescência. Os pais recebem devolutivas sobre o processo e sobre o que precisa ser trabalhado em casa, sem que isso signifique repassar o conteúdo das sessões.
Meu filho tem TDAH ou dificuldade na escola. Você atende esse tipo de caso?
Sim. Tenho formação em Psicopedagogia e em TDAH, além de mais de 20 anos de experiência em liderança escolar. Isso significa que entendo a rotina da sala de aula por dentro e consigo fazer a ponte entre a família, a criança e a escola, que é justamente onde a maioria dos casos trava. O diagnóstico de TDAH, quando necessário, envolve avaliação médica, e o encaminhamento é feito.
Terapia vai rotular meu filho?
Não. Terapia não coloca diagnóstico em ninguém por conta própria e não trata criança como problema a ser corrigido. O que existe é um espaço onde ela pode dizer o que ainda não sabe explicar. O que costuma marcar de verdade é o contrário: anos carregando algo sozinha porque ninguém percebeu a tempo.
Meu filho se recusa a ir. E agora?
Começamos pelos pais. Ajustar a forma de convidar, os combinados de casa e a maneira de conversar sobre o assunto costuma ser exatamente o que abre espaço para ele aceitar depois. É bastante comum, sobretudo na adolescência, e não impede o início do trabalho.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende da demanda e do ritmo de cada criança. Alguns processos são mais curtos e focados em uma questão específica, outros pedem um acompanhamento mais longo. Os objetivos são definidos logo no início e revisados ao longo do caminho.
O atendimento online funciona mesmo com crianças?
Funciona, com adaptações. Para adolescentes, o formato online costuma ser natural e bem aceito. Com crianças menores, o recurso é avaliado caso a caso e pode contar com apoio de um adulto no início da sessão. Para famílias que moram fora da região, é o que viabiliza o acompanhamento.
Você conversa com a escola?
Quando faz sentido para o caso e com a autorização da família, sim. Boa parte do que aparece como queixa escolar só se resolve quando a escola entra na conversa. A experiência de mais de 20 anos em liderança escolar ajuda muito nessa articulação, porque o diálogo acontece na linguagem que a escola usa.
Onde fica o consultório e como faço para agendar?
O consultório fica na Rua 3300, 360, Centro, Balneário Camboriú, SC. O agendamento é feito pelo WhatsApp (47) 99248-4811, de segunda a sexta, das 09h às 20h, com a opção de atendimento online para quem está em outra cidade ou prefere esse formato.