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Psicóloga clínica · CRP 12/26909

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Psicoterapia para crianças e adolescentes em Balneário Camboriú e online. Ansiedade, medos, birras, dificuldade na escola, adaptação e conflitos em casa, sempre com a família dentro do processo.

Mais de 20 anos dentro da escola além do consultório, foram duas décadas em liderança escolar, o que permite entender a criança também pelo lado de dentro da sala de aula e fazer a ponte com a professora
Crianças e adolescentes
Orientação de pais
Presencial e online
Em resumo
Atendimento
Psicoterapia infantil e de adolescentes, com orientação de pais
Para quem
Crianças de qualquer idade, adolescentes e famílias que precisam de orientação
Queixas atendidas
Ansiedade infantil, medos e crises de choro, birras e dificuldade com limites, TDAH, dificuldades de aprendizagem, adaptação escolar, bullying, luto, separação dos pais, autoestima e conflitos na adolescência
Abordagens
Terapia Cognitivo Comportamental, Terapia Sistêmica e recursos lúdicos adequados à idade
Diferencial
Mais de 20 anos de experiência em liderança escolar, com formação em Psicopedagogia e em TDAH
Formatos
Presencial no Centro de Balneário Camboriú e online para todo o Brasil e para brasileiros no exterior
Idiomas
Português, espanhol, inglês e italiano
Profissional
Renata Malig, psicóloga clínica, CRP 12/26909
Horários
Segunda a sexta, das 09h às 20h
Não inclui
Diagnóstico médico, prescrição de medicamentos e laudo pericial, que são atos de outras competências e recebem encaminhamento quando necessários
01 / Quando procurar

Psicóloga infantil em
Balneário Camboriú e online

Toda criança tem fase difícil, e nem toda birra vira caso de terapia. O que muda o jogo é a persistência: quando o choro, o medo, a explosão ou o isolamento deixam de ser episódio e viram o clima da casa. Pais costumam esperar por dois motivos, ambos compreensíveis: a esperança de que passe com a idade e o receio de rotular o próprio filho. O problema é que criança não engole sofrimento em silêncio, ela mostra pelo corpo e pelo comportamento, e quanto mais tempo esse pedido de ajuda fica sem resposta, mais caro ele cobra depois.

Procurar ajuda cedo não rotula ninguém. O que marca uma criança não é ter feito terapia, é ter carregado sozinha, por anos, algo que ela ainda não sabia nomear.

02 / O que atendo

Cada idade fala
uma língua diferente

O formato do atendimento muda conforme quem está na sala. Com os menores o caminho é o brincar, com os maiores é a conversa, e com a família é o combinado que sustenta o que foi trabalhado em sessão.

01

Ansiedade, medos e crises de choro

Medo de dormir sozinho, de errar, de que aconteça algo com os pais, de ir à escola. A ansiedade infantil raramente aparece com esse nome: chega como agarramento, choro, teimosia ou dor de barriga. O trabalho ensina a criança a reconhecer o que sente e a ter recursos próprios para atravessar o momento difícil.

Medo de separaçãoAnsiedade escolarMedo do escuroPerfeccionismoQueixas no corpo
02

Birras, limites e explosões

Quando o não vira guerra diária e a casa passa a andar em volta do humor de uma criança. Aqui o trabalho é dos dois lados: a criança aprende a lidar com a frustração sem desmontar, e os pais recebem estratégias concretas para sustentar limites com firmeza e sem gritaria.

FrustraçãoOposição e desafioRotinaCombinados de casaAgressividade
03

TDAH e dificuldades de aprendizagem

Desatenção, agitação, esquecimento, lição que nunca termina, bilhete da escola toda semana. Com formação em Psicopedagogia e em TDAH, além de duas décadas dentro da escola, o atendimento não fica só no consultório: faz a ponte entre a família, a criança e a professora, que é justamente onde a maioria dos casos trava.

DesatençãoHiperatividadeOrganização e estudoPonte com a escolaAutoestima acadêmica
04

Adolescência

Um espaço só dele, com sigilo e sem julgamento, para falar de autoestima, corpo, identidade, relacionamentos, pressão do vestibular e o que não cabe em casa. O objetivo é que ele saia com mais autonomia emocional, e não com mais uma cobrança na lista.

AutoestimaAnsiedade e pressão escolarIdentidadeRelacionamentosConflitos com os paisAutomutilação
05

Luto, separação e mudanças

Morte de alguém querido, divórcio dos pais, mudança de cidade ou de escola, chegada de um irmão. São eventos que reorganizam o mundo inteiro de uma criança, e ela precisa de ajuda para dar nome ao que sente sem que os adultos tenham que fingir que está tudo bem.

LutoSeparação dos paisMudança de escolaAdaptaçãoChegada de irmãos
06

Telas, jogos e uso problemático

Quando o celular já decide a hora de dormir, o humor do dia e o rendimento na escola, a conversa deixa de ser sobre tempo de tela e passa a ser sobre o que aquela tela está substituindo. Esse tema tem uma página própria, com o detalhamento do tratamento.

Ver a página de vícios e dependências
Um alinhamento honesto

O atendimento é psicoterapia. Diagnóstico médico, prescrição de medicamentos e laudos periciais não são feitos aqui: quando o caso pede avaliação neurológica, psiquiátrica ou multidisciplinar, isso é dito com clareza e o encaminhamento é feito, com a psicoterapia seguindo em paralelo. Em situação de risco imediato à vida, procure o pronto-socorro mais próximo ou ligue para o SAMU 192, e para apoio emocional urgente o CVV atende 24 horas no 188.

03 / Como funciona

Os pais entram
no processo desde o começo

Terapia infantil que acontece só dentro da sala tem alcance curto. O que sustenta o resultado é o que muda em casa entre uma sessão e outra.

Abordagem

Terapia Cognitivo Comportamental

Adaptada à idade, com jogos, histórias e desenho no lugar do discurso adulto. A criança aprende a identificar o que sente, o que dispara aquilo e o que pode fazer diferente na próxima vez, com treino prático e não com sermão.

Abordagem

Terapia Sistêmica

Olha a criança dentro do sistema em que ela vive: pais, irmãos, escola, avós. Muitas vezes o sintoma que aparece nela está sustentado por um padrão da casa, e é por isso que a família participa do processo.

01

Primeiro contato

Uma mensagem no WhatsApp contando brevemente o que está acontecendo. A partir dela combinamos o formato, presencial ou online, e o melhor horário.

02

Acolhimento dos pais

A primeira conversa costuma ser só com vocês, sem a criança presente. É aqui que se entende a história, a rotina, a dinâmica da casa e o que já foi tentado.

03

Avaliação e vínculo

As primeiras sessões com a criança servem para criar confiança e observar. Sem vínculo não existe processo, e criança percebe na hora quando está sendo avaliada em vez de escutada.

04

Plano de trabalho

Devolutiva aos pais com o que foi entendido e quais serão os objetivos, incluindo o que precisa mudar em casa e, quando faz sentido, o contato com a escola.

05

Sessões e orientação de pais

Atendimento regular da criança, com encontros periódicos de orientação para a família. Os pais recebem devolutivas sobre o processo sem quebra do sigilo da criança.

06

Revisão e alta

Os objetivos são revisados ao longo do caminho e as sessões vão sendo espaçadas conforme a autonomia aparece, até a alta combinada com a família.

Sobre o sigilo com crianças e adolescentes

O que a criança ou o adolescente diz em sessão é protegido, e é justamente isso que permite que ele fale de verdade. Os pais recebem devolutivas sobre o processo e sobre o que precisa ser trabalhado em casa, sem que isso signifique repassar o conteúdo das sessões. Com adolescentes esse combinado é feito de forma explícita com os dois lados logo no início.

Começar a conversa Segunda a sexta, das 09h às 20h.
04 / Para os pais

Às vezes o caminho
mais curto até o filho
passa pelos pais

Nenhuma criança adoece no vácuo. Isso não é culpa de ninguém, é como funciona qualquer sistema familiar: o que circula entre os adultos chega nos filhos, mesmo quando ninguém diz nada em voz alta.

Orientação de pais, um atendimento em si

Não é um puxão de orelha nem uma aula de como criar filhos. É um espaço prático para tratar o que trava no dia a dia: como sustentar um limite sem virar briga, o que fazer quando um dos dois cede e o outro não, como falar de separação, de morte ou de mudança com a linguagem certa para aquela idade.

Pais em sofrimento impactam os filhos

Um pai exausto tem menos paciência, uma mãe deprimida tem menos disponibilidade emocional, e a criança sente essa mudança antes de qualquer adulto explicar. Cuidar da própria saúde mental não é egoísmo nem luxo: é uma das intervenções mais eficazes que existem na saúde mental de um filho.

Casal em crise e filho no meio

Discussão a portas fechadas continua sendo ouvida, e silêncio à mesa também comunica. Quando o casal está em conflito prolongado, é comum a criança assumir um papel que não é dela: mediar, se comportar bem demais, adoecer para reaproximar os pais. Tratar a relação do casal muitas vezes alivia o sintoma da criança mais rápido do que tratar só a criança.

E quando o filho se recusa a vir?

É comum, principalmente na adolescência, e não é impedimento. Começamos pelos pais, ajustando a forma de abordar, os combinados de casa e o convite, até que ele mesmo aceite ocupar aquele espaço. Enquanto isso, a casa já para de girar em torno do conflito.

Orientação de pais Atendimento familiar Ponte com a escola Terapia individual de adultos Terapia de casal Presencial e online
Quem atende os dois lados enxerga a casa inteira

Poder acompanhar crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias dentro da mesma abordagem permite entender o quadro completo, e não apenas a queixa que chegou primeiro. Se ao longo do processo ficar claro que os adultos da casa também precisam de espaço, conheça a página de atendimento para adultos e casais.

05 / Dúvidas

Perguntas que chegam
antes da primeira sessão

Com que idade meu filho pode começar a terapia?
Não existe idade mínima rígida. Crianças pequenas são atendidas por meio do brincar, que é a linguagem natural delas nessa fase. O que define o início não é a idade, e sim o quanto aquele sofrimento está atrapalhando a vida da criança e da família.
Eu preciso participar das sessões?
Os pais fazem parte do processo, sim. No caso das crianças, a participação da família costuma ser frequente, com encontros de orientação e devolutivas. Com adolescentes, o espaço é mais reservado, mas o contato com os pais continua acontecendo em momentos combinados.
O que meu filho fala fica em sigilo?
Sim. O sigilo é um princípio ético da profissão e é o que sustenta a confiança, principalmente na adolescência. Os pais recebem devolutivas sobre o processo e sobre o que precisa ser trabalhado em casa, sem que isso signifique repassar o conteúdo das sessões.
Meu filho tem TDAH ou dificuldade na escola. Você atende esse tipo de caso?
Sim. Tenho formação em Psicopedagogia e em TDAH, além de mais de 20 anos de experiência em liderança escolar. Isso significa que entendo a rotina da sala de aula por dentro e consigo fazer a ponte entre a família, a criança e a escola, que é justamente onde a maioria dos casos trava. O diagnóstico de TDAH, quando necessário, envolve avaliação médica, e o encaminhamento é feito.
Terapia vai rotular meu filho?
Não. Terapia não coloca diagnóstico em ninguém por conta própria e não trata criança como problema a ser corrigido. O que existe é um espaço onde ela pode dizer o que ainda não sabe explicar. O que costuma marcar de verdade é o contrário: anos carregando algo sozinha porque ninguém percebeu a tempo.
Meu filho se recusa a ir. E agora?
Começamos pelos pais. Ajustar a forma de convidar, os combinados de casa e a maneira de conversar sobre o assunto costuma ser exatamente o que abre espaço para ele aceitar depois. É bastante comum, sobretudo na adolescência, e não impede o início do trabalho.
Quanto tempo dura o tratamento?
Depende da demanda e do ritmo de cada criança. Alguns processos são mais curtos e focados em uma questão específica, outros pedem um acompanhamento mais longo. Os objetivos são definidos logo no início e revisados ao longo do caminho.
O atendimento online funciona mesmo com crianças?
Funciona, com adaptações. Para adolescentes, o formato online costuma ser natural e bem aceito. Com crianças menores, o recurso é avaliado caso a caso e pode contar com apoio de um adulto no início da sessão. Para famílias que moram fora da região, é o que viabiliza o acompanhamento.
Você conversa com a escola?
Quando faz sentido para o caso e com a autorização da família, sim. Boa parte do que aparece como queixa escolar só se resolve quando a escola entra na conversa. A experiência de mais de 20 anos em liderança escolar ajuda muito nessa articulação, porque o diálogo acontece na linguagem que a escola usa.
Onde fica o consultório e como faço para agendar?
O consultório fica na Rua 3300, 360, Centro, Balneário Camboriú, SC. O agendamento é feito pelo WhatsApp (47) 99248-4811, de segunda a sexta, das 09h às 20h, com a opção de atendimento online para quem está em outra cidade ou prefere esse formato.
06 / Contato

Consultório no Centro
de Balneário Camboriú

Endereço

R. 3300, 360, Centro
Balneário Camboriú, SC
CEP 88330-272

WhatsApp (47) 99248-4811
Horários

Segunda a sexta, das 09h às 20h

Instagram @psicologadrarenatam
Atendimento

Presencial em Balneário Camboriú e online para todo o Brasil, com hora marcada.

Vamos começar

Quanto mais cedo,
mais leve fica

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